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16.09.2011
Lídia Jorge estará na 57ª Feira do Livro de Porto Alegre

No livro A Noite das Mulheres Cantoras (2011), há uma pergunta que percorre da primeira até a última página: Quantas vítimas se deixam pelo caminho para se perseguir um objetivo? Já na obra intitulada Romance do Grande Gatão (2010) é contada a história de um gato irreverente, mas dividido entre o afeto de duas famílias diferentes e da sua busca de felicidade e afirmação. Em A Instrumentalina (1992), conhecemos um sentimento de proximidade entre um tio e uma sobrinha, a partir de um encontro posterior ocorrido muitos anos depois, quando ela já é adulta e ele um emigrante próspero. O que estes três livros têm em comum? Além de todos trabalharem com temas sensíveis e terem uma abordagem sutilmente questionadora, também foram escritos pela mesma autora: Lídia Jorge, que estará na 57ª Feira do Livro de Porto Alegre no dia 9 de Novembro.

A escritora, nascida em Portugal, licenciou-se em Filologia Românica pela Universidade de Lisboa, tendo sido professora do Ensino Secundário. Foi nesta condição que passou alguns anos decisivos em Angola e Moçambique, durante o último período da Guerra Colonial. A publicação do seu primeiro romance, O Dia dos Prodígios (1980) constituiu um acontecimento num período em que se inaugurava uma nova fase da Literatura Portuguesa. Seguiram-se os romances O Cais das Merendas (1982) e Notícia da Cidade Silvestre (1984), ambos distinguidos com o Prêmio Literário Cidade de Lisboa. Os romances de Lídia Jorge encontram-se traduzidos em diversas línguas. Em 2006, a autora foi distinguida na Alemanha, com a primeira edição do Albatroz, Prêmio Internacional de Literatura da Fundação Günter Grass, atribuído pelo conjunto da sua obra.

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