Câmara do Livro Câmara do Livro no Facebook
   

10.04.2013
Ferréz, autor de livros sobre dilemas da pobreza, vem para a 59ª Feira do Livro

O romancista, contista e poeta paulistano Reginaldo Ferreira da Silva, Ferréz, tem encontro com público jovem no Teatro Sancho Pança (Armazém A do Cais do Porto) dia 13 de novembro às 20h, dentro da programação da Área Infantil e Juvenil da 59ª Feira do Livro de Porto Alegre, que vai de 1º a 17 de novembro. Escolas interessadas podem solicitar agendamento de turmas a partir de 1º de agosto pelo e-mail visitacaoescolar@camaradolivro.com.br.

 

Algumas palavras sobre Ferréz

Com 12 anos de idade, Ferréz começou a escrever contos, versos, poesias e letras de música. Seu primeiro livro “Fortaleza da Desilusão”, poemas influenciados pela poesia concreta, foi lançado em 1997 (edição do autor). Dois anos depois, fundou o grupo 1DaSul para promover eventos e ações culturais na região do Capão Redondo, periferia da cidade de São Paulo, onde mora. Ligado ao movimento hip-hop, o escritor passou a compor letras de rap e a cantar em grupos locais. Já teve suas músicas gravadas por vários artistas e lançou dois CDs.

Foi em 2000, com “Capão Pecado”, romance de estreia na prosa de ficção, que obteve reconhecimento como um dos melhores escritores da sua geração. O livro, uma referência a seu bairro, retrata o dia a dia da comunidade, seu tema principal.   

Em 2003, lançou seu segundo romance “Manual Prático do Ódio”. Criou, organizou e editou a revista “Literatura Marginal”, que dá origem à antologia Literatura Marginal: “Talentos da Escrita Periférica”, em 2005. Nesse ano, publicou o romance infantojuvenil “Amanhecer Esmeralda” e, no ano seguinte, o livro de contos “Ninguém É Inocente em São Paulo”. Os textos foram transformados em curtas-metragens e uma animação. De 2001 a 2010, atuou como cronista na revista “Caros Amigos” e publicou, em 2009, “Cronista de um Tempo Ruim”. Também nesse ano lançou o documentário “Literatura e Resistência”. Suas obras foram traduzidas na Itália, Alemanha, Portugal, Espanha e Estados Unidos.

As histórias que ele cria e que considera literatura marginal expõem os dilemas relacionados à situação de pobreza. Revela a violência a que estão submetidos os personagens, ao mesmo tempo, vítimas e agentes do processo social no qual estão inseridos.

voltar

 



Associado, navegue por nossa área restrita e tenha acesso a conteúdos exclusivos.

Instituidores e colaboradores,
solicite aqui o seu crachá.


digite seu e-mail

digite sua senha

Esqueceu sua senha?
Ainda não está cadastrado?


De 1º a 18 de novembro de 2018



Câmara Rio-Grandense do Livro
Praça Osvaldo Cruz, 15 Conj. 1708 / 1709
CEP 90030-160 Porto Alegre, RS - Brasil
Fone/FAX (51) 3286. 4517
Fale Conosco Créditos