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20.08.2014
Conheça os candidatos ao título de patrono da 60ª Feira do Livro

Airton Ortiz, Aldyr Schlee, Celso Gutfreind, Cíntia Moscovich e Maria Carpi são os autores que concorrem ao título de patrono da 60ª edição da Feira do Livro de Porto Alegre. A primeira etapa do processo de eleição, que ocorreu de 31 de julho a 19 de agosto, foi exclusiva para empresas associadas à Câmara Rio-Grandense do Livro (CRL), patronos de feiras anteriores e ex-presidentes da entidade. 

Agora, associados, diretoria da CRL, patronos e representantes da comunidade cultural (reitores de universidades, diretores de faculdades, titulares de entidades culturais e sociais envolvidas com a questão do livro, todas sediadas no Estado, e parceiros especiais da Feira) terão até o dia 7 de setembro para votar em um dos patronáveis.

Neste ano, a Câmara do Livro vai disponibilizar 100 urnas para que os votantes possam dividir seus votos com outras pessoas em seus nichos de atuação. “Os votantes poderão usar o seu voto para mobilizar a sociedade na escolha do patrono, levando a decisão para um número maior de participações”, destaca o presidente Marco Cena.

 Os patronáveis:

Airton Ortiz é jornalista, escritor e fotógrafo. Nessa ordem. Até agora vem dando certo, pois já publicou 16 livros, sendo 10 de reportagem, 3 de crônicas, 2 romances e 1 de fotografia. Criador do gênero Jornalismo de Aventura, onde é ao mesmo tempo repórter e protagonista da reportagem, já ganhou diversos prêmios tanto jornalísticos quanto literários. Já foi patrono de 20 feiras do livro no Rio Grande do Sul e nove vezes indicado ao título de patrono da Feira do Livro de Porto Alegre. Além disso, no próximo carnaval será tema-enredo da Escola de Samba Aldeanos, de Cachoeira do Sul, onde também já foi patrono da feira do livro. Na 60ª Feira do Livro de Porto Alegre, Airton Ortiz lançará o seu 17º livro, Paris, uma coletânea de crônicas sobre a temporada em que morou na capital da França. A obra sairá pela Benvira, o selo de literatura brasileira do Grupo Saraiva.

Aldyr Garcia Schlee (Jaguarão/ RS, 1934). Premiado na I e na II Bienal de Literatura Brasileira e detentor de 5 Prêmios Açorianos, foi professor universitário da área de ciências humanas e, como escritor, tradutor, desenhista e jornalista, possui ampla obra, reconhecida nacionalmente nesses setores. Sua premiadíssima obra de ficção inclui o romance Don Frutos e nove livros de contos (alguns publicados originalmente em espanhol): Contos de sempre, Uma terra só, Linha divisória, O dia em que o Papa foi a Melo, Contos de futebol, Contos de verdades, Os limites do Impossível, Contos da vida difícil, Memórias de o que já não será.Dedicado ao estudo da cultura pampeana e das literaturas gaúchas sul-rio-grandense e platina, publicou alentada edição crítica de Contos Gauchescos e Lendas do Sul, de J. Simões Lopes Neto, e traduções de Facundo, de Domingo F. Sarmiento e Don Segundo Sombra, de Ricardo Güiraldes.

Celso Gutfreind nasceu em Porto Alegre em 1963. É escritor e médico. Como escritor, tem 31 livros publicados entre poemas, contos infanto-juvenis e ensaios sobre humanidades e psicanálise. Participa de diversos projetos de encontros entre escritores e jovens leitores como o Adote um Escritor e Fome de Ler. É colunista da Revista Estilo Zaffari. Seu livro mais recente, publicado em 2014, é A infância através do espelho – a criança no adulto, a literatura na psicanálise, Artmed. Participou de diversas antologias no Brasil e no exterior (França, Luxemburgo e Canadá). Tem poemas e artigos traduzidos para o francês, inglês, espanhol e chinês. É colunista da Revista Estilo Zaffari.  Finalista em oito ocasiões, Celso recebeu o Prêmio Açorianos em 1993. Agraciado cinco vezes com o Livro do Ano da Associação Gaúcha de Escritores. Também foi finalista do Prêmio Jabuti 2011 e escritor convidado do Clube de Escritores Ledig House em Omi (EUA), 1996.  Eleito patronável da Feira do Livro de Porto Alegre quatro vezes (2011, 2012, 2013 e 2014). Como médico tem especialização em psiquiatria, psiquiatria infantil, mestrado e doutorado em Psicologia, realizado na Universidade Paris 13. Realizou pós-doutorado em Psiquiatria da Infância pela Universidade Paris 6. É psicanalista de adultos e crianças pela Sociedade Brasileira de Psicanálise de Porto Alegre. Atualmente, trabalha em consultório e como professor convidado no curso de Psicologia da Unisinos e UFRGS.

Cíntia Moscovich é escritora, jornalista, tradutora, mestre em teoria literária e ministrante de oficinas de criação literária. Com sete livros individuais publicados, participa de mais de três dezenas de antologias publicadas no Brasil e no exterior. Tem publicações na Espanha, Portugal, Alemanha, Estados Unidos, Suécia, França, Itália, Argentina, Uruguai e México. Foi quatro vezes vencedora do Açorianos de literatura, além de ter conquistado o prêmio Jabuti, o  Portugal Telecom e o Prêmio Clarice Lispector da Fundação Biblioteca Nacional. Foi diretora do Instituto Estadual do Livro e editora de livros do jornal Zero Hora. Mereceu o troféu Amigo do Livro, da Câmara Rio-Grandense do Livro.

Maria Carpi, poeta gaúcha nascida em Guaporé, professora-advogada, Defensora Pública, é autora de Nos Gerais da Dor, Vidência e Acaso, Desiderium Desideravi Os Cantares da Semente (Ed. Movimento/RS); O Caderno das Águas (WS Editor/RS), A Migalha e a Fome (Ed. Vozes/RJ), A Força de Não Ter Força (Ed. Escrituras/SP), As Sombras da Vinha e O Herói Desvalido (Ed.  Bertand do Brasil/RJ), Abraão e a Encarnação do Verbo, A Chama Azul (com gravuras de Alfredo Aquino) e O Senhor das Matemáticas (Ed. AGE/RS). O livro Vidência e Acaso teve uma 2ª edição, Editora HCE. Entre as diversas premiações, obteve o Prêmio Revelação Poesia/90 da Associação Paulista dos Críticos de Arte, por seu livro de estreia, Nos Gerais da Dor, ora traduzido por Brunello de Cusatis e editado na Itália, por Morlacchi Editore, sob o título Nel Dolore SconfinatoE o livro A Chama Azul acaba de ser publicado na França, por Les Arêtes Editions, sob o título La Flamme Bleue. Poemas seus foram incluídos em A Literatura Feminina no Brasil Contemporâneo, de Nelly Novaes Coelho, editada em 1992, pela Editora Siciliano.Tem participado de Antologias e revistas especializadas. Foi Conselheira do Conselho Estad ual dos Direitos da Criança e do Adolescente, representando a Defensoria Pública e, depois, a OAB/RS. É Membro do Instituto dos Advogados do Rio Grande do Sul e representou, por dois anos, a Associação dos Escritores Gaúchos no Conselho Estadual de Cultura.




Airton Ortiz


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Cíntia Moscovich
Cleber Passus


Maria Carpi
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